O João fez 21 anos! Já... o tempo passou tão rápido que nem deu para perceber o que já vivemos, enquanto mãe e filhos! Os filhos, mesmo quando já adultos, independentes e senhores do seu nariz, são sempre parte de nós! E depois há aquele feeling que nos toca cá dentro e que nos faz sentir e perceber, mesmo quando eles estão longe, se precisam de alguma coisa, se estão bem, se estão felizes ou não...
Os meus filhos são a razão da minha vida! Foram eles, cada um à sua maneira, que sempre me deram forças para seguir viagem, embora confesse que, algumas vezes, demorei um bocadinho a recomeçar a jornada. Foram eles que me deram as maiores alegrias da vida longa que já vivi...Foram eles que me deram apoio, partilhando comigo os momentos felizes que me atrevi a viver novamente. São eles que me enchem diariamente o coração, mesmo quando fazem coisas ou agem de maneira que me faz doer, exactamente por serem eles.
Às vezes penso como seria a minha vida se não tivesse tido a oportunidade de dar vida a estes dois seres tão queridos e acho que nem sequer haveria vida! Momentos há em que também me fazem sentir um bocado apreensiva, preocupada, porque o que me importa é que vivam felizes e claro que nem sempre é assim. Devemos perceber que os filhos são sempre parte de nós, mas têm direito a ser eles próprios e não aquilo que gostaríamos que fossem. A Rita e o João são os meus filhos e eu gosto tanto deles que até doi! Hoje tive esta vontade enorme de encher este blog deste amor maternal, que me dá vontade de sorrir ou de chorar conforme as ocasiões, mas o que realmente importa é esta sensação de que tenho estado aqui, sempre que precisam (ou não...), ao lado deles!E quando partir, eles vão saber, tal como eu sei como filha que fui, que uma estrela lá no céu estará sempre pronta para os proteger incondicionalmente!
segunda-feira, 23 de março de 2009
terça-feira, 17 de março de 2009
viver, amar, talvez...casar?
É verdade que nunca devemos mesmo dizer nunca! Ora vejam lá:
alguma vez eu teria pensado que me tornaria loira?
alguma vez eu imaginaria que, aos 50, viveria a paixão da minha vida?
alguma vez me passaria pela cabeça que, {depois do tombo que dei, após 22 anos a pensar que era para sempre} o Eduardo me enganasse com a fulana das sandes de couratos, que lhe deu com os pés a seguir e o pôs a fugir para o Brasil?
alguma vez eu imaginava que ouviria o homem que me fez sorrir de novo , pedir-me em casamento?
alguma vez eu pensei ser presidente ou directora duma Escola ou fosse lá do que fosse? Mandar é que não fazia , nem faz, muito o meu género!
E ter um blog na net? Embora eu escreva para o espaço e ninguém me leia é mesmo uma aventura que há pouco mais dum ano seria impensável para mim!
Portanto, aqui vai o meu conselho para mim mesma, certamente, porque não tenho visitantes nem leitores, VIVER INTENSAMENTE O PRESENTE, ACREDITANDO QUE È POSSÍVEL ENCONTRAR FELICIDADE NAS COISAS MAIS BANAIS... só precisamos de aprender a torná-las mágicas! Ah, e principalmente não ter ciúmes. A nossa vez há-de chegar, quando menos estivermos à espera, quanto mais não seja lá bem no fundo dum coração de alguém que nos é querido!
Isto era para me sentir melhor... Pois...
alguma vez eu teria pensado que me tornaria loira?
alguma vez eu imaginaria que, aos 50, viveria a paixão da minha vida?
alguma vez me passaria pela cabeça que, {depois do tombo que dei, após 22 anos a pensar que era para sempre} o Eduardo me enganasse com a fulana das sandes de couratos, que lhe deu com os pés a seguir e o pôs a fugir para o Brasil?
alguma vez eu imaginava que ouviria o homem que me fez sorrir de novo , pedir-me em casamento?
alguma vez eu pensei ser presidente ou directora duma Escola ou fosse lá do que fosse? Mandar é que não fazia , nem faz, muito o meu género!
E ter um blog na net? Embora eu escreva para o espaço e ninguém me leia é mesmo uma aventura que há pouco mais dum ano seria impensável para mim!
Portanto, aqui vai o meu conselho para mim mesma, certamente, porque não tenho visitantes nem leitores, VIVER INTENSAMENTE O PRESENTE, ACREDITANDO QUE È POSSÍVEL ENCONTRAR FELICIDADE NAS COISAS MAIS BANAIS... só precisamos de aprender a torná-las mágicas! Ah, e principalmente não ter ciúmes. A nossa vez há-de chegar, quando menos estivermos à espera, quanto mais não seja lá bem no fundo dum coração de alguém que nos é querido!
Isto era para me sentir melhor... Pois...
quarta-feira, 11 de março de 2009
Pessoas...
À nossa volta, há sempre pessoas... Umas que amamos, outras de quem gostamos, outras ainda de quem não gostamos nada, mas há sempre alguém que nos faz sentir vivo pelos sentimentos que desperta em nós, nem que seja o simples facto de nem darmos pela sua presença! A isso posso chamar indiferença, distracção, sei lá! Mas também há aqueles que nunca nos deixam indiferentes só pelo facto de estarem presentes, ou até os que nos invadem os sentidos, mesmo a quilómetros de distância! Às vezez é amor, outras ódio, outras ainda algo que não sei sequer explicar o que é, mas nos faz sentir raiva, ou mágoa ou mesmo dor, porque acreditámos e afinal era mentira.
Na minha profissão, lido com muita gente todos os dias e tento respeitar todos os que me rodeiam, mas há alturas em que tenho vontade de estrafegar alguém que é mau e afinal me mostra que de amigo não tem nada!
Mas quando caio em mim e apago a raiva, a mágoa, a tristeza, ou lá o que é, percebo que são pessoas, como eu, com coisas boas e más... Há é aquelas que não são compatíveis comigo, só isso!
Na minha profissão, lido com muita gente todos os dias e tento respeitar todos os que me rodeiam, mas há alturas em que tenho vontade de estrafegar alguém que é mau e afinal me mostra que de amigo não tem nada!
Mas quando caio em mim e apago a raiva, a mágoa, a tristeza, ou lá o que é, percebo que são pessoas, como eu, com coisas boas e más... Há é aquelas que não são compatíveis comigo, só isso!
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