sábado, 20 de abril de 2013

Viver com a desilusão, custa, mas torna a alma mais forte...

Há muito que a desilusão começou a ser minha companheira quase diária... às vezes ainda me deita abaixo , mas cada vez mais depressa arranjo antídotos para me reerguer! Há sempre coisas boas que ajudam a compensar o«pontapé» ou o murro no estômago, dado por quem amamos incondicionalmente ou amámos,isto porque há realmente formas de amar que não são eternas. O amor maternal é dos poucos que considero eterno! Não importa os murros ou pontapés, ou desilusões, há sempre maneira de amarmos incondicionalmente os nossos filhos, mesmo que por vezes se construam paredes e muros e nós saibamos que não temos força par os derrubar, porque nos falta a vontade do outro lado... Amar é o mesmo que dar, é dar-se sem pedir nada em troca, ser amado vale tudo o que se dá de coração aberto! Sentir-se desiludido é um preço a pagar quando se ama... mas vale correr o risco, porque, no meio das desilusões e dos desiludores natos surgem surpresas incomparáveis na nossas vidas... são os que estão sempre lá para nos abraçarem e puxarem para cima, depois dum trambolhão desolador... Acabei agora mesmo de viver essa experiência!

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