O tempo começou a passar depressa demais, os dias parecem que têm menos de 24 horas e eu estou cada vez mais nervosa, embora o que eu queria mesmo era `SÓ estar feliz! Mas não consigo... O casamento com o meu Zé é uma coisa boa, muito boa mesmo, a ida a Roma, uma oportunidade de viver mais momentos únicos com o meu amor, tudo é motivo para festejar! Mas aí entra a parte do meu stress! Tudo é optimo, mas vamos gastar dinheiro que não consigo ter! Como explicar esta angústia?! Nos últimos anos, tive de dar cabo da minha vida financeira e comecei no início deste ano a reequilibrar o barco, mas com muita dificuldade... Ir a Roma e «não ver o Papa» é impossível e descobri que só para entrar no Museu do Vaticano com o meu noivo, temos de desembolsar 100 euros! Se juntarmos o que nos vai custar o jantar só para a família e o resto da viagem que as prendas não cobrirem, já não falando do dinheiro para o nosso dia a dia romano, só posso gritar SOCORRO!
Por isso, o momento, que devia só trazer-me felicidade, (porque contrariamente à mensagem que recebi hoje da minha mana Teresa contra o matrimónio e as vantagens de ter 50 anos e não ter marido, eu acho que nada se compara a ter as asas do nosso amor para nos abrigar nesta fase da vida)está-me a consumir a alma por antecipação do caos financeiro a que vou voltar! Se alguém tiver uma ideia brilhante para me tirar deste sufoco, por favor diga alguma coisa!
Não confundir este meu desabafo com sentimentos! Eu estou mesmo apaixonada pelo meu querido Zé e só sei que foi ele, juntamente com os meus filhos, que me deram força para voltar a sorrir e a perceber que estamos aqui para ser felizes! Por isso, família, se puderem, ajudem-nos muito, para ver se me passa o stress e a apreensão em que me encontro e consigo decidir-me a ainda gastar uns eurozitos a comprar uma toilette para estrear... Afinal sempre é o dia do meu casamento ( o segundo!) e não tenho outra oportunidade de voltar a ser a noiva!
segunda-feira, 27 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Estás aqui para ser feliz
Há mesmo dias de sol, dias em que gostamos de estar cá, de nos vermos ao espelho, dias em que pensamos como é realmente bom sentir o lado feliz da vida! Para mim, hoje tem sido assim... Um dia quente para o coração duma noiva, com idade para ser avó, mas ao mesmo tempo com idade para amar, para sorrir e se sentir feliz!
Hoje foi o dia! Hoje ganhei batalhas profissionais, hoje senti me amada, hoje percebi mais uma vez que a felicidade é feita de pequenos nadas, de pequenos gestos, de pequenas frases... Hoje estou feliz por ser quem sou! Obrigada!
Hoje foi o dia! Hoje ganhei batalhas profissionais, hoje senti me amada, hoje percebi mais uma vez que a felicidade é feita de pequenos nadas, de pequenos gestos, de pequenas frases... Hoje estou feliz por ser quem sou! Obrigada!
sábado, 11 de abril de 2009
Um ano de blog
Faz hoje um ano que escrevi o meu primeiro post e aderi à blogmania! O tempo passa mesmo a correr e o melhor é aproveitar o que de bom a vida nos vai dando!
Embora continue a escrever para o espaço, porque ninguém me lê, ou se o fazem não dão sinal de vida, o que é certo é que gosto de deixar o pensamento correr pelas palavras escritas no ecran do computador.
Nesta ano houve tanta coisa boa e algumas menos boas na minha vida de 56 primaveras... Mas a Primavera tem vindo sempre bater-me ao coração. Até logo
Embora continue a escrever para o espaço, porque ninguém me lê, ou se o fazem não dão sinal de vida, o que é certo é que gosto de deixar o pensamento correr pelas palavras escritas no ecran do computador.
Nesta ano houve tanta coisa boa e algumas menos boas na minha vida de 56 primaveras... Mas a Primavera tem vindo sempre bater-me ao coração. Até logo
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Dependências, injustiças e afins
Ser dependente tem várias valências, positivas e negativas. Por exemplo, a dependência dum vício que nos consome ou mesmo mata, é má e indesejável, mas por outro lado, sentirmos alguma dependência afectiva de quem amamos e nos é importante para sorrir, já é boa onda.
Na minha tal fase de vida híbrida, prometi a mim mesma nunca mais voltar a ser dependente afectivamente dum homem. Era demais voltar a passar pela dor que sofri em 1996!O tempo foi passando e eu envelheci, isto é, cresci, e percebi que não é mau abrirmos o coração e deixar entrar a felicidade de que a Rita falava no blog, por causa da campanha excepcional da coca cola " Estás aqui para ser feliz". Aprendi foi a ser dependente mas sem vícios daninhos. Sim, porque nas relações também há consumos maus, que minam o nosso coração e nos fazem definhar.Acima de tudo, acho que aprendi que realmente nada é definitivo nem garantido e que, se gostamos verdadeiramente de alguém ou de alguma coisa, devemos mostrá-lo diariamente e viver cada momento como a única certeza, por isso vivamo-lo com intensidade, respeito e gratidão pelo que nos é dado usufruir. Viva a dependência positiva!
O Scott é dependente positivo, estão a compreender? Precisa de nós para o levarmos a passear, dar-he mimo e comidinha, mas ele dá tudo de volta com os seus olhinhos meigos e lambidelas! Por acaso lembrei-me do Scott porque ele é um bom exemplo do que estive a tentar transmitir.
A injustiça já é mais dura ...de roer e de resolver também! Para já é subjectiva, porque o que eu encaro como injusto pode ser visto doutra forma pelo outro e depois é difícil de se chegar a um consenso. Há muitas injustiças nas nossas vidas e cada um já sentiu a raiva e a mágoa de ser tratado injustamente por alguém querido, por um estranho ou mesmo por uma instituição, pelo Estado, qualquer coisa... Lido mal com injustiças e talvez por isso passo a vida a querer sempre equilibrar a balança, que até é o meu signo, mas é muito complicado.
Hoje sinto me particularmente sozinha e tinha vontade de que este post não fosse só mais um texto enviado para o espaço vazio, e que alguém o lesse, me dissesse alguma coisa, me fizesse sentir menos só no mundo dos blogs...Tenho tantas coisas dentro da minha alma aos trambolhões, com vontade de tomarem forma nas palavras... Quero dizer que adoro os meus filhos que valem cada fôlego meu, o Zé que me devolveu o sorriso, o Telmo que está longe e só na Irlanda, o Scott que me faz uma festa cada dia que me vê, o Guilherme que me trouxe a sensação do que é ter novamente um pai, os meus manos emprestados os meus amigos que estão sempre lá quando é preciso. Olá, estou aqui! Digam qualquer coisa!
Na minha tal fase de vida híbrida, prometi a mim mesma nunca mais voltar a ser dependente afectivamente dum homem. Era demais voltar a passar pela dor que sofri em 1996!O tempo foi passando e eu envelheci, isto é, cresci, e percebi que não é mau abrirmos o coração e deixar entrar a felicidade de que a Rita falava no blog, por causa da campanha excepcional da coca cola " Estás aqui para ser feliz". Aprendi foi a ser dependente mas sem vícios daninhos. Sim, porque nas relações também há consumos maus, que minam o nosso coração e nos fazem definhar.Acima de tudo, acho que aprendi que realmente nada é definitivo nem garantido e que, se gostamos verdadeiramente de alguém ou de alguma coisa, devemos mostrá-lo diariamente e viver cada momento como a única certeza, por isso vivamo-lo com intensidade, respeito e gratidão pelo que nos é dado usufruir. Viva a dependência positiva!
O Scott é dependente positivo, estão a compreender? Precisa de nós para o levarmos a passear, dar-he mimo e comidinha, mas ele dá tudo de volta com os seus olhinhos meigos e lambidelas! Por acaso lembrei-me do Scott porque ele é um bom exemplo do que estive a tentar transmitir.
A injustiça já é mais dura ...de roer e de resolver também! Para já é subjectiva, porque o que eu encaro como injusto pode ser visto doutra forma pelo outro e depois é difícil de se chegar a um consenso. Há muitas injustiças nas nossas vidas e cada um já sentiu a raiva e a mágoa de ser tratado injustamente por alguém querido, por um estranho ou mesmo por uma instituição, pelo Estado, qualquer coisa... Lido mal com injustiças e talvez por isso passo a vida a querer sempre equilibrar a balança, que até é o meu signo, mas é muito complicado.
Hoje sinto me particularmente sozinha e tinha vontade de que este post não fosse só mais um texto enviado para o espaço vazio, e que alguém o lesse, me dissesse alguma coisa, me fizesse sentir menos só no mundo dos blogs...Tenho tantas coisas dentro da minha alma aos trambolhões, com vontade de tomarem forma nas palavras... Quero dizer que adoro os meus filhos que valem cada fôlego meu, o Zé que me devolveu o sorriso, o Telmo que está longe e só na Irlanda, o Scott que me faz uma festa cada dia que me vê, o Guilherme que me trouxe a sensação do que é ter novamente um pai, os meus manos emprestados os meus amigos que estão sempre lá quando é preciso. Olá, estou aqui! Digam qualquer coisa!
terça-feira, 7 de abril de 2009
O vazio de nõs
Às vezes o vazio envolve-nos a alma, ou o que lhe queiramos chamar, e parece que tudo nos passa ao lado, sem nos tocar, sem nos emocionar ou mesmo sem nos causar qualquer reacção... Gosto das pessoas que criaram laços, gosto de quem é capaz de me aceitar como sou, gosto de quem é capaz de lutar por ideais e de perseguir objectivos, sem esquecer de respeitar os outros...
Hã pessoas que me serão sempre queridas, independentemente de laços ou não, há pessoas que me ficarão sempre no coração, dê a vida as voltas que der! O Telmo é uma delas, porque além de todas as coisas boas que caracterizam a sua personalidade, está associado à Rita, casou com ela.
Sei porque me apeteceu falar do telmo hoje, mas não vou explicar, porque não tem explicação. Só quero mesmo dizer que ele é e será sempre alguém com lugar no meu coração!
O vazio que às vezes nos preenche, dará sempre lugar a algo profundo, a algo que nos voltaá a fazer sentir, viver. O vazio de nós não é mais do que o espaço de alma que por vezes voa para longe.
Hã pessoas que me serão sempre queridas, independentemente de laços ou não, há pessoas que me ficarão sempre no coração, dê a vida as voltas que der! O Telmo é uma delas, porque além de todas as coisas boas que caracterizam a sua personalidade, está associado à Rita, casou com ela.
Sei porque me apeteceu falar do telmo hoje, mas não vou explicar, porque não tem explicação. Só quero mesmo dizer que ele é e será sempre alguém com lugar no meu coração!
O vazio que às vezes nos preenche, dará sempre lugar a algo profundo, a algo que nos voltaá a fazer sentir, viver. O vazio de nós não é mais do que o espaço de alma que por vezes voa para longe.
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